Ação integra o Plano de Ação de Emergência (PAE), previsto na Política Nacional de Segurança de Barragens, e contou com a participação de 95% da comunidade prioritária


O Pontífice autorizou a publicação de alguns decretos, entre os quais consta o reconhecimento do milagre atribuído à intercessão do Beato Carlo Acutis.
Fiel leigo, Carlo nasceu em 3 de maio de 1991 em Londres, capital da Inglaterra, e morreu em 12 de outubro de 2006 em Monza, na Itália.
A sua festa, portanto, é celebrada no mesmo dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. Aliás, são muitos os fatos na vida de Carlo que o ligam ao Brasil, a começar pelo milagre com o qual foi beatificado, verificado em Campo Grande (MS).
Desde cedo, Carlo demonstrou uma grande habilidade para a informática, dom que utilizou no serviço aos outros e na divulgação de conteúdos de formação cristã, como a exposição sobre os milagres eucarísticos.
Em setembro de 2006, aos 15 anos, surgiram os primeiros sinais da leucemia fulminante. Com total confiança, entregou a Deus o pouco tempo de vida que lhe restava. Faleceu no dia 12 de outubro de 2006, e foi beatificado no dia 10 de outubro de 2020.
Ao recordar este evento, um dia depois, no Angelus dominical, o Papa Francisco afirmou:
Carlo Acutis “não se acomodou numa imobilidade confortável, mas colheu as necessidades do seu tempo, porque viu o rosto de Cristo nos mais frágeis. O seu testemunho mostra aos jovens de hoje que a verdadeira felicidade se encontra pondo Deus em primeiro lugar e servindo-O nos irmãos, especialmente nos últimos. Um aplauso ao novo jovem beato da geração atual!”.
O beato foi um dos patronos da JMJ de Lisboa e os seus restos mortais repousam na cidade italiana de Assis.
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As brasileiras dominaram o pódio nesta terça-feira (21), quinto dia do Mundial de Atletismo Paralímpico, em Kobe (Japão). Teve dobradinha do país na prova dos 100 metros da classe T11 (deficiência visual), com tricampeonato da acreana Jerusa Geber e bronze da paranaense Lorena Spoladore. O segundo ouro do dia, com direito a recorde mundial, foi da baiana Raissa Machado, no lançamento de dardo F56 (atletas que competem sentados). Outro pódio duplo do Brasil foi nos 400m T12 (deficiência visual), com prata da capixaba Lorraine Aguiar e bronze da rondoniense Ketyla Teodoro.
Nascida em Rio Branco (AC), Jerusa Jeber venceu nos 100m após arrancar nos últimos cinco metros, quando ultrapassou a líder da prova, a chinesa Cuiqing Liu. A brasileira cruzou a linha de chegada em 11s93, deixando a chinesa com a prata (12s00) e a compatriota Lorena com o bronze (12s26).
“Os 100 metros é a prova mais emocionante que tem na competição. É a mais rápida do mundo. A minha largada não é das melhores, mas durante a corrida a gente conseguiu recuperar. Minha mãe e meu esposo estão na arquibancada. Isso me motivou ainda mais. É a minha 10ª medalha em Mundiais e meu tricampeonato. Mais uma medalha para a nossa coleção. Não tenho palavras para explicar a emoção. Obrigada pela torcida de todos”, comemorou Jerusa, em depoimento ao Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).
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Eles fazem a visita rural e recebemos orientações dos representantes da GVE 22 de Presidente Venceslau.
Os técnicos Francinei e Rodolfo da extinta Sucen, foram nossos orientadores tivemos o treinamento teórico e logo após saímos a campo na captura em uma localidade específica onde encontramos as ninfas dos bichos barbeiros.
O Município de Tupi Paulista agora que fará as orientações e capturas nas localidades onde encontrarem o bicho barbeiro
Fonte e Fotos Alienay