Clara Destaque

sexta-feira, 13 de março de 2026

Whatsapp anuncia controle parental para contas de menores de 13 anos

© Meta/Divulgação

 Pais e responsáveis poderão supervisionar lista de contatos e grupos

 

O aplicativo de troca de mensagens WhatsApp anunciou nesta quarta-feira (11) que irá disponibilizar, nos próximos meses, uma nova funcionalidade que permitirá que pais e responsáveis gerenciem a conta dos filhos menores de 13 anos. 

Segundo a Meta, empresa que controla o aplicativo, pais, mães ou responsáveis poderão usar a nova funcionalidade para decidir quais contatos conseguirão mandar mensagens para a conta e de quais grupos a criança ou o adolescente poderá participar.

Além disso, os pais poderão analisar pedidos de contato de números desconhecidos e gerenciar as configurações de privacidade da conta.

“O controle parental e as configurações são controlados por um PIN dos pais no dispositivo gerenciado. Apenas pais, mães ou responsáveis podem acessar e modificar as configurações de privacidade, o que permite personalizar a experiência de acordo com as preferências da família”, disse a Meta, em comunicado.

Segundo a empresa, o conteúdo das conversas continuará privado e protegido com criptografia de ponta a ponta, de modo que nem os pais nem a própria plataforma conseguirão ter acesso.

De acordo com o WhatsApp, as contas gerenciadas por pais, mães ou responsáveis serão lançadas aos poucos e poderão não estar disponíveis em todas as regiões. As novas contas para menores deverão ser configuradas pelos pais ou responsáveis com 18 anos ou mais.

Será necessário ter a versão mais recente do WhatsApp para iPhone ou Android para usar a nova funcionalidade. Para configurar a nova conta, o celular do responsável e o celular do menor deverão estar lado a lado. O passo a passo da configuração pode ser visto neste link.

Segurança de crianças e adolescentes

As ameaças que acompanham o acesso de crianças e adolescentes a redes sociais, plataformas para a troca de mensagens e jogos online têm sido objeto de preocupação ao redor do mundo.

Na Austrália, uma lei proibiu o uso de redes sociais por menores de 16 anos. Medidas similares já avançaram na França e em Portugal e são discutidas em outros países europeus.

No Brasil, uma consulta pública realizada pelo governo federal recomendou métodos mais rígidos na aferição de idade de usuários em sites e aplicativos na internet.

ECA Digital

O país proibiu o uso de celulares nas escolas públicas e privadas, nos ensinos fundamental e médio. Também está em processo de implementação a Lei do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (15.211/2025).

A nova lei entra em vigor em 18 de março e obriga as plataformas digitais a tomarem medidas razoáveis para prevenir riscos de crianças e adolescentes acessarem conteúdos ilegais ou considerados impróprios para essas faixas etárias, como exploração e abuso sexual, violência física, intimidação, assédio, promoção e comercialização de jogos de azar, práticas publicitárias predatórias e enganosas, entre outros crimes.

A lei ainda prevê regras para supervisão dos pais e responsáveis e exige mecanismos mais confiáveis para a verificação da idade dos usuários de redes sociais, o que atualmente é feito basicamente por autodeclaração.

 

Agencia Brasil

sábado, 7 de março de 2026

Tupi Paulista – Dra. Beatriz Franzon Leopize – Não é apenas idade: 7 sinais silenciosos de que a saúde do idoso pode estar em risco e merece atenção especial.


Dra. Beatriz Franzon Leopize, Médica Clínico Geral, CRM SP 239.470. Pós graduanda em Geriatria pelo Hospital Israelita Albert Einstein

Seu pai anda mais esquecido? Sua mãe perdeu peso sem explicação? Seu avô caiu e depois disso nunca mais foi o mesmo?

O processo de envelhecimento é natural, mas alguns sinais que muitas vezes são atribuídos apenas à “idade avançada” podem indicar condições de saúde que exigem investigação e acompanhamento. A normalização de sintomas como quedas, esquecimento e mudanças de comportamento pode atrasar diagnósticos importantes.
É fundamental que familiares e cuidadores estejam atentos a alterações no cotidiano do idoso.

1. Quedas frequentes
Quedas não fazem parte do envelhecimento saudável. Elas podem ser causadas por perda de força muscular, alterações neurológicas, hipotensão, interações medicamentosas ou doenças cardíacas. Toda queda deve ser avaliada.

2. Esquecimento progressivo
Esquecer nomes ou compromissos ocasionalmente pode ser comum, em todas as idades. Porém, quando ocorre com frequência, associado a mudanças comportamentais, dificuldade para realizar tarefas simples, perda de noção do tempo ou confusão, é necessário investigar causas como demência, depressão ou uso inadequado de medicamentos.

  1. Mudanças de comportamento
    Alterações bruscas no humor, irritabilidade, apatia, isolamento social e desinteresse em atividades que antes eram frequentes podem ser manifestações de transtornos psiquiátricos, como depressão, que é subdiagnosticada em idosos. Também podem estar relacionadas a doenças neurodegenerativas.

    4. Perda de peso involuntária
    Quando o idoso emagrece sem motivo aparente, é preciso acender o alerta. Idosos tendem a sentir menos fome e sede, porém perder peso sem causa aparente exige investigação ampla, que começa pela avaliação da alimentação, saúde bucal, capacidade de mastigação, absorção intestinal, desidratação, infecções não diagnosticadas, doenças crônicas descompensadas (como Hipertensão Arterial e Diabetes) ou mesmo condições mais graves, como câncer.

    5. Alterações no sono
    Insônia, sonolência excessiva durante o dia, inversão do ciclo do sono e agitação noturna podem indicar distúrbios do sono, uso inadequado de medicamentos, doenças metabólicas ou transtornos neurológicos (como Alzheimer, outras demências e Parkinson), que podem estar associados a transtornos mentais, como depressão e ansiedade generalizada.

    6. Confusão mental aguda
    Um idoso que apresenta desorientação súbita, confusão mental, falas incoerentes ou comportamento incomum pode estar com um quadro de delirium — geralmente causado por infecções, desidratação, efeitos adversos de medicamentos ou distúrbios metabólicos. É um sinal de urgência médica.

    7. Uso de muitos medicamentos (polifarmácia)
    O uso simultâneo de vários medicamentos aumenta o risco de interações medicamentosas, efeitos colaterais leves a graves e confusão mental. A revisão frequente das prescrições é essencial para evitar piora clínica do estado geral.
    Evitar que o idoso fique debilitado é dever do profissional.

Conclusão

Observar o idoso com atenção e carinho é fundamental. Muitos desses sinais podem ser tratados, controlados ou revertidos. O envelhecimento saudável depende de um olhar atento, avaliação médica adequada e cuidado multidisciplinar.

Ignorar sintomas por acreditá-los “normais da idade” pode comprometer a qualidade de vida do idoso e da família.

Dra. Beatriz Franzon Leopize

 

Biografia/Autoria:

Dra. Beatriz Franzon Leopize, Médica Clínico Geral, CRM SP 239.470.
Pós graduanda em Geriatria pelo Hospital Israelita Albert Einstein.
Atendimento Médico Domiciliar em Saúde do Adulto e do Idoso.
Autonomia, qualidade de vida, orientação, prevenção e reabilitação segura.
Cidade de Tupi Paulista e região.
Instagram: @drabeatrizfranzon – Contato: WhatsApp (18) 99754-6732


quarta-feira, 4 de março de 2026

Olimpíadas Especiais Brasil conecta mais de 2.000 mulheres com deficiência intelectual ao esporte

De: Mary Samano


 No Dia Internacional das Mulheres, atletas compartilham os desafios e motivações para manter a vivência esportiva

O acesso de mulheres ao esporte, sobretudo daquelas com deficiência intelectual, sempre foi desafiador, mas as Olimpíadas Especiais Brasil (OEB) buscam ressignificar o espaço delas na prática esportiva.

Em 2025, mais de 2 mil atletas participaram das atividades esportivas proporcionadas pela OEB. “Eu pratico esporte para mostrar para as pessoas que nós somos capazes. O esporte mudou minha vida, no meu crescimento. Quando pequena, eu era muito rebelde e o esporte foi muito importante para minha saúde física e mental”, comenta Denise Oliveira, presidente do Conselho de Atletas Líderes das Olimpíadas Especiais Brasil, programa voltado para autonomia e liderança de pessoas com deficiência intelectual.

Entretanto, “um dos maiores desafios que as mulheres precisam superar na prática esportiva, não somente as com deficiência intelectual, é o assédio, que pode acontecer a qualquer momento”, afirma Kaylany Gimenes, que também é Atleta Líder da OEB e formada em Educação Física. A partir disso, a OEB criou a Política de Proteção ao Atleta (PPA), visando assegurar que todos os envolvidos – atletas, treinadores, familiares e voluntários – estejam preparados para identificar riscos e agir para garantir a segurança e o bem-estar de cada participante dos eventos realizados. “Eu ainda sofro preconceito na sociedade, por isso, eu luto pela causa das mulheres e das pessoas com deficiência intelectual para quebrar essa barreira”, complementa Denise.

Com relação ao programa Atletas Líderes, Kaylany afirma que “é um prazer enorme e de grande satisfação representar outras mulheres no programa Atletas Líderes, porque sinto que afeta a vida de outras mulheres com deficiência intelectual tão significamente”. Já Denise reforça: “é muito importante, nós, mulheres com ou sem deficiência, mostrarmos ao mundo inteiro que podemos fazer o que quisermos, não somente no esporte”.

De: Mary Samano

Mulheres são maioria na direção

Mais do que as atletas, a OEB é majoritariamente construída por mulheres que representam 75% de seu corpo diretivo. “Mudou completamente minha vida depois que comecei a participar das ações das Olimpíadas Especiais Brasil, há quase 30 anos. É uma alegria poder ver as atletas participando das ações e sentindo-se realizadas e reconhecidas por aquilo que elas fazem. E, por ser uma mulher em uma posição de destaque, é um reconhecimento tanto da Special Olympics International quanto da OEB, mostrando a força que as mulheres têm ao levar um movimento à frente com tanta dedicação”, comenta Teresa Leitão, diretora nacional de esportes.

Karolyne Peres, coordenadora do programa de Saúde da OEB, focado nas especificidades do bem-estar físico e mental dos atletas, complementa: “Como mulher, tenho muito orgulho de fazer parte das Olimpíadas Especiais Brasil e de poder coordenar um programa com tamanho impacto como o Programa de Saúde, pois sabemos que a área da saúde para pessoas com deficiência também ainda tem um longo caminho de evolução. Olhando para a minha vida pessoal, desde o ano passado tenho passado por um tratamento de câncer de mama, e estar em um programa voltado à saúde não poderia me trazer mais felicidade e conforto, ao lado dos atletas, suas famílias, voluntários e profissionais incríveis, como os Diretores Clínicos e voluntários do Programa”.

 

SOBRE OLIMPÍADAS ESPECIAIS BRASIL

Projeto global sem fins lucrativos, a Special Olympics é um movimento mundial centrado no desporto, fundado em 1968 por Eunice Kennedy Shriver – irmã do 35° presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy. Trata-se de uma organização internacional criada para apoiar pessoas com deficiência intelectual a desenvolverem a sua autoconfiança, capacidades de relacionamento interpessoal e sentido de realização por meio do esporte.

Acreditada pela Special Olympics International, as Olimpíadas Especiais Brasil atuam nas seguintes modalidades esportivas: atletismo, águas abertas, basquete, bocha, ciclismo, futebol, natação, handebol, ginástica rítmica, tênis, tênis de mesa, vôlei de praia e judô; além dos Programas: Atleta Líder, Escolas Unificadas, Atletas Saudáveis, Atletas Jovens, MATP (Programa de Treinamento em Atividade Motora) e Famílias. Tendo o país quase 6 milhões de pessoas com deficiência intelectual, as Olimpíadas Especiais Brasil possuem 44 mil atletas treinando.

Filosofia

A Special Olympics tem como filosofia dar oportunidade a todos os atletas, independente do nível de habilidade, promovendo diversas competições, nas mais diferentes regiões do mundo, durante todo o ano. O programa é conduzido por voluntários e, por meio de treinamentos esportivos e competições de qualidade, melhora a vida das pessoas com deficiência intelectual e, consequentemente, a vida de todas as pessoas que as cercam.

Embaixadores

A Special Olympics conta, em nível local e global, com uma série de embaixadores que vestem a camisa do movimento e ajudam a levar adiante a causa. No Brasil, as OEB dispõem de nomes como os jogadores de futebol Cafu, Ricardinho, Romário, Zico, Lucas Moura e Willian Bigode e a jogadora de vôlei Jackie Silva. No mundo, além de nomes importantes do esporte, com destaque para Michael Phelps, há artistas como Avril Lavigne, Brooklyn Decker Roddick, Charles Melton, Eddie Barbanell, Maureen McCormick, Chris Pratt e Katherine Schwarzenegger.

Site: https://specialolympics.org.br/

Instagram: https://www.instagram.com/olimpiadasespeciaisbrasil/

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

TRATAMENTO DE CÂNCER | Novas indicações para o uso de dois medicamentos

Agencia Brasil

Imunoterápicos usados no tratamento contra o câncer foram aprovadas pela Anvisa. A decisão foi informada nessa segunda-feira (23).

O Keytruda®️ (pembrolizumabe), que desde 2022 já era usado para o tratamento de pacientes com melanoma metastático ou irressecável, agora também poderá ser utilizado para tratar pacientes com carcinoma epitelial de ovário resistente à platina, em combinação com quimioterapia padrão.

O outro uso autorizado pela Anvisa é do Imfinzi (durvalumabe). Em combinação com quimioterapia FLOT, a medicação agora pode ser usada em pacientes com adenocarcinoma gástrico ou da junção gastroesofágica ressecável. O imunoterápico já era opção para tratar carcinoma urotelial.


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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

CNBB lança Campanha da Fraternidade 2026, em Brasília e em Aparecida (SP), com foco no direito à moradia digna



A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) realiza, no próximo 18 de fevereiro, Quarta-feira de Cinzas, em sua sede, em Brasília (DF), às 10h, a cerimônia oficial de abertura da Campanha da Fraternidade 2026, que neste ano propõe à Igreja e à sociedade a reflexão sobre a moradia como condição essencial para a dignidade humana. 

Com o tema “Fraternidade e Moradia” e o lema “Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14), a Campanha quer iluminar, à luz do Evangelho, a realidade de milhões de brasileiros que ainda não têm acesso a uma casa adequada. A escolha do tema acolhe sugestão da Pastoral da Moradia e Favelas e reforça o compromisso histórico da Igreja com a defesa dos direitos sociais e da justiça. 

Abertura oficial em Brasília 

A abertura nacional será realizada na sede da CNBB, no Auditório Dom Helder Câmara, reunindo representantes de pastorais sociais, movimentos populares, organismos e parceiros da Igreja. O momento marca o início das mobilizações da Campanha em todo o país e apresenta oficialmente os objetivos, subsídios e propostas pastorais da edição de 2026. 

A cerimônia contará com a participação do secretário-geral da CNBB, dom Ricardo Hoerpers, e do secretário-executivo de Campanhas da CNBB, padre Jean Poul Hansen, e contará com apresentação do tema e do lema, além do convite à participação das comunidades durante o tempo da Quaresma e divulgação de vídeos. 

A experiência da comunidade católica de Trindade em Salvador (BA) de conquista da moradia digna para pessoas em situação de rua será apresentada durante a cerimônia. O trabalho é desenvolvido pelo irmão Henrique Peregrino e demonstra a ação da Igreja na promoção do acesso à moradia digna. 

A CF 2026 chama atenção para dados alarmantes da realidade habitacional brasileira: 6,2 milhões de famílias não têm moradia adequada e cerca de 328 mil pessoas vivem em situação de rua. Para a Campanha, a casa é a porta de entrada para todos os demais direitos. Sem moradia, faltam segurança, saúde, educação e dignidade. Inspirada na Encarnação de Cristo – “Ele veio morar entre nós” -, a proposta convida à conversão pessoal e social. 

Lançamento celebrativo em Aparecida 

Como continuidade do lançamento nacional, a programação segue no Santuário Nacional de Aparecida (SP), fortalecendo o caráter espiritual e celebrativo da Campanha. 

No dia 21 de fevereiro, às 19h30, será realizada a bênção de instalação do monumento “Cristo Sem Teto”, obra do artista canadense Timothy Schmalz, no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida.  A escultura, que retrata Jesus identificado com as pessoas em situação de rua, simboliza o apelo da Campanha à solidariedade e ao compromisso concreto com os mais vulneráveis. A celebração será conduzida pelo presidente da CNBB, cardeal Jaime Spengler; pelo arcebispo de Aparecida, dom Orlando Brandes, pelo padre Jean Poul, secretário-executivo de Campanhas da CNBB e pelo padre Leandro Megeto, subsecretário-geral da CNBB.  

Já no dia 22 de fevereiro, às 8h, o cardeal Jaime Spengler, arcebispo de Porto Alegre e presidente da CNBB, presidirá a missa de abertura da CF 2026, reunindo romeiros, agentes pastorais e fiéis de diversas regiões do país. As celebrações em Aparecida serão transmitidas pela TV Aparecida com exibição em outras emissoras católicas, ampliando o alcance da mobilização. 

Serviço 

 

  • 18/02 – Brasília (DF) 

Cerimônia de abertura | 10h às 11h 

Auditório Dom Helder Câmara – sede da CNBB, em Brasília 

Participação: Dom Ricardo Hoerpers, secretário-geral da CNBB, e padre Jean Poul Hansen, secretário-executivo de Campanhas da CNBB 

Transmissão: TV Rede Vida e redes sociais da CNBB – @cnbbnacional 

Atendimento à Imprensa: será feito pela jornalista da Assessoria de Comunicação da CNBB, Larissa Carvalho – 61- 2103-8230.  

  • 21/02 – Aparecida (SP) 

Bênção do monumento “Cristo Sem Teto” | 19h30 Participação: Cardeal Jaime Spengler; presidente da CNBB; dom Orlando Brandes, arcebispo de Aparecida, padre Jean Poul, secretário-executivo de Campanhas da CNBB e padre Leandro Megeto, subsecretário-geral da CNBB. 

Transmissão: TV Aparecida e redes sociais da CNBB – @cnbbnacional 

  • 22/02 – Aparecida (SP) 

Missa de abertura da CF 2026 | 8h  

Presidência: Cardeal Jaime Spengler, presidente da CNBB 

Transmissão: TV Aparecida e redes sociais da CNBB – @cnbbnacional 

Atendimento à Imprensa: será feito pelo assessor de Comunicação da CNBB, padre Arnaldo Rodrigues – 21 – 99902-8682. 

 



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